Vivemos em uma sociedade competitiva, e consumista, e por mais que não admiramos, muitos dos nossos valores e hábitos são heranças culturais. O que consideramos belo, bem sucedido, os tipos de amizade e relacionamentos, os locais que frequentamos ou deixamos de frequentar... Mas o que há em nossos corações? O que há lá no fundo que externalizamos? Quais seus medos ou desejos? O que pensamos lá no íntimo? Como nos julgamos? Quais métricas usamos para nós medir? E quais para medir os outros? Como conversamos com Deus sobre isso? O fariseu ficou de pé e orou sozinho, assim: “Ó Deus, eu te agradeço porque não sou avarento, nem desonesto, nem imoral como as outras pessoas. Agradeço-te também porque não sou como este cobrador de impostos. Lucas 18:11 NTLH É claro que não nos atrevemos a nos igualar ou a nos comparar com aqueles que pensam que são tão importantes. Como são ignorantes! Primeiro eles resolvem quais as medidas que irão usar para se medir e depois eles se julgam de acordo com ess...
Cada vez mais eu sendo eu, por meio da minha armadura digital: a CrânIA.